Este é um WEBBLOGGER pessoal ... pretendo desenvolver aqui um processo individual de criação literária ... ou seja ... ESTOU TENTANDO ESCREVER UM FUTURO LIVRO OU ALGO PARECIDO !!! :-)))
Sábado, Abril 17, 2004
É bem verdade também que deve-se avaliar o COMPORTAMENTO de SIMÃO PEDRO nesses eventos todos ... mesmo porque o PESCADOR DA REGIÃO DA GALILÉIA é mais reconhecido em virtude de suas ATITUDES quando da PAIXÃO DE JESUS DE NAZARÉ EM JERUSALÉM ...
... mas isso é assunto para ser desenvolvido nos próximos dias ( com o decorrer do desenvolvimento da estória ) ...
... mas isso é assunto para ser desenvolvido nos próximos dias ( com o decorrer do desenvolvimento da estória ) ...
Uma REFLEXÃO acerca das atitudes de JESUS DE NAZARÉ ...
... considero os momentos mais importantes e fundamentais de SUA PASSAGEM pelo Planeta Terra: a experiência da TENTAÇÃO NO DESERTO ... a TRANSFIGURAÇÃO NO MONTE TABOR [ essa experiência foi testemunhada por SIMÃO PEDRO ] ... a RESSURREIÇÃO ...
... meu enfoque deve ser direcionado neste sentido ... o CAMINHO INICIÁTICO de Jesus de Nazaré ... a comprovação de sua LIGAÇÃO com PROFETAS DO ANTIGO TESTAMENTO ... a SUPERAÇÃO do ESPÍRITO sobre a MATÉRIA ...
... considero os momentos mais importantes e fundamentais de SUA PASSAGEM pelo Planeta Terra: a experiência da TENTAÇÃO NO DESERTO ... a TRANSFIGURAÇÃO NO MONTE TABOR [ essa experiência foi testemunhada por SIMÃO PEDRO ] ... a RESSURREIÇÃO ...
... meu enfoque deve ser direcionado neste sentido ... o CAMINHO INICIÁTICO de Jesus de Nazaré ... a comprovação de sua LIGAÇÃO com PROFETAS DO ANTIGO TESTAMENTO ... a SUPERAÇÃO do ESPÍRITO sobre a MATÉRIA ...
Sexta-feira, Abril 16, 2004
... alguns trechos da Tentação de Jesus de Nazaré no Deserto ...
[ ... ] Jesus de Nazaré está só, nos amplos e áridos espaços do deserto da região da Judéia.
Ele está longe de tudo – das pessoas, do abrigo e do alimento. Apenas as feras do deserto o acompanham – e mesmo assim, à distância, pois somente conseguem farejar o rastro que ele deixa nos caminhos que vem percorrendo.
Nos últimos quarenta dias e quarenta noites, Jesus de Nazaré nada comeu – apenas jejuou e meditou.
Jesus de Nazaré está atravessando um processo de maturação espiritual, de preparação para os caminhos que deverá percorrer quando deixar o deserto da região da Judéia.
Ele ainda não sabe, mas está bem próximo de passar por uma experiência derradeira: a terrível provação da alma humana no deserto espiritual. [ ... ]
[ ... ] Jesus de Nazaré está só, nos amplos e áridos espaços do deserto da região da Judéia.
Ele está longe de tudo – das pessoas, do abrigo e do alimento. Apenas as feras do deserto o acompanham – e mesmo assim, à distância, pois somente conseguem farejar o rastro que ele deixa nos caminhos que vem percorrendo.
Nos últimos quarenta dias e quarenta noites, Jesus de Nazaré nada comeu – apenas jejuou e meditou.
Jesus de Nazaré está atravessando um processo de maturação espiritual, de preparação para os caminhos que deverá percorrer quando deixar o deserto da região da Judéia.
Ele ainda não sabe, mas está bem próximo de passar por uma experiência derradeira: a terrível provação da alma humana no deserto espiritual. [ ... ]
... mais alguns trechos de uma PRIMEIRA VERSÃO do meu livro ...
[ ... ] Quando ficaram face a face, Jesus de Nazaré lhe disse: “ Batize-me, João. ”
João Batista hesitou, por um instante.
Mas Jesus de Nazaré repetiu: “ Batize-me, João. ” E, logo a seguir, sem esperar consentimento, fechou os olhos, abaixou-se e mergulhou sob as águas do rio Jordão.
Para João Batista, o tempo pareceu parar – e muitos pensamentos ocuparam a sua mente: o vaticínio do profeta Isaías, suas próprias convicções pessoais, o passado e o futuro do povo judeu.
Houve então um silêncio súbito e sobrenatural.
Em ligeiro pânico, João Batista bateu de leve na água com a palma da mão. E, logo em seguida, com a voz trêmula, gritou: “ Levante, ó Filho da Luz e do Reino dos Céus que há de vir ! ”
Houve então um silêncio esplêndido e continuado.
E Jesus de Nazaré ergueu-se, lentamente, das águas do rio Jordão. [ ... ]
[ ... ] Quando ficaram face a face, Jesus de Nazaré lhe disse: “ Batize-me, João. ”
João Batista hesitou, por um instante.
Mas Jesus de Nazaré repetiu: “ Batize-me, João. ” E, logo a seguir, sem esperar consentimento, fechou os olhos, abaixou-se e mergulhou sob as águas do rio Jordão.
Para João Batista, o tempo pareceu parar – e muitos pensamentos ocuparam a sua mente: o vaticínio do profeta Isaías, suas próprias convicções pessoais, o passado e o futuro do povo judeu.
Houve então um silêncio súbito e sobrenatural.
Em ligeiro pânico, João Batista bateu de leve na água com a palma da mão. E, logo em seguida, com a voz trêmula, gritou: “ Levante, ó Filho da Luz e do Reino dos Céus que há de vir ! ”
Houve então um silêncio esplêndido e continuado.
E Jesus de Nazaré ergueu-se, lentamente, das águas do rio Jordão. [ ... ]
Quinta-feira, Abril 15, 2004
Eis, pois, uma pequena amostra do que estou escrevendo ...
[ ... ] João Batista era um homem de constituição franzina, que possuía músculos magros e chupados em torno dos ossos. Vestia-se como um nômade, usando um grosseiro manto de pêlos de camelo e um cinto feito de couro em torno de seus lombos. Dormindo no chão duro e colhendo lenha para fazer fogo, João Batista sobrevivia com a pouca comida que conseguia arrumar no deserto – ele se alimentava de gafanhotos e de mel silvestre ! [ ... ]
[ ... ] Mas João Batista, com os seus olhos fundos e sua constituição ossuda, não era um homem dado a sorrisos. Pois como poderia a civilidade negociar com aquele que fazia do próprio deserto a sua morada ?Assim sendo, ele gritava, enquanto batizava as pessoas: “ Sim ! Eu vou batizar vocês ! Mas não se esqueçam que depois de mim vem aquele que é muito mais poderoso do que eu ! Diante dele eu não sou digno sequer de me inclinar para desatar-lhe as correias das sandálias ! Pois eu os batizo com água ! Mas ele irá batizá-los no fogo com o Espírito Santo ! ” [ ... ]
[ ... ] João Batista era um homem de constituição franzina, que possuía músculos magros e chupados em torno dos ossos. Vestia-se como um nômade, usando um grosseiro manto de pêlos de camelo e um cinto feito de couro em torno de seus lombos. Dormindo no chão duro e colhendo lenha para fazer fogo, João Batista sobrevivia com a pouca comida que conseguia arrumar no deserto – ele se alimentava de gafanhotos e de mel silvestre ! [ ... ]
[ ... ] Mas João Batista, com os seus olhos fundos e sua constituição ossuda, não era um homem dado a sorrisos. Pois como poderia a civilidade negociar com aquele que fazia do próprio deserto a sua morada ?Assim sendo, ele gritava, enquanto batizava as pessoas: “ Sim ! Eu vou batizar vocês ! Mas não se esqueçam que depois de mim vem aquele que é muito mais poderoso do que eu ! Diante dele eu não sou digno sequer de me inclinar para desatar-lhe as correias das sandálias ! Pois eu os batizo com água ! Mas ele irá batizá-los no fogo com o Espírito Santo ! ” [ ... ]
Desenvolvi esses TÓPICOS INICIAIS no dia de hoje ...
* A Missão de João Batista, o Precursor
* O Batismo de Jesus de Nazaré
* A Tentação de Jesus de Nazaré no Deserto
SIMÃO PEDRO ainda não entrou em cena ... quando muito, foi citado lateralmente ( ou indiretamente ) ... pois não é o momento deste PERSONAGEM começar a mostrar-se mais claramente ...
* A Missão de João Batista, o Precursor
* O Batismo de Jesus de Nazaré
* A Tentação de Jesus de Nazaré no Deserto
SIMÃO PEDRO ainda não entrou em cena ... quando muito, foi citado lateralmente ( ou indiretamente ) ... pois não é o momento deste PERSONAGEM começar a mostrar-se mais claramente ...
Quarta-feira, Abril 14, 2004
HOJE começo a trabalhar na REDAÇÃO FINAL de meu texto pessoal ... é bem verdade que tenho um material devidamente compilado em ARQUIVOS WORD ... o que começo a fazer neste momento é nada mais e nada menos do que: RELER, REFLETIR e efetivamente REDIGIR O LIVRO ...
Ou, em outras palavras ... DEIXAR O TEXTO CRIAR VIDA, POR SI SÓ ... DEIXÁ-LO FLUIR ...
Provavelmente, com algumas PEQUENAS MODIFICAÇÕES - em ESTILO, mas não em ESSÊNCIA - este será o PRÓLOGO ( ou INTRODUÇÃO ) do LIVRO SOBRE SIMÃO PEDRO ...
[ Prólogo ]
Não tenho a pretensão de escrever uma biografia de São Pedro. Desejei, apenas, descrever alguns momentos fundamentais ocorridos na vida de um homem chamado Simão Pedro.
Ele era um simples pescador de uma antiga região – a Província da Galiléia – ocupada pelo Império Romano e localizada nos confins do Mar Mediterrâneo ( em pleno Oriente Médio ).
Para todos aqueles que lêem ou estudam os Quatro Evangelhos canônicos da Bíblia – os de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João – a figura desse personagem atrai a atenção e constantemente se sobressai, destacando-se dentre as demais. É fato verdadeiro que em todos os Quatro Evangelhos – sem exceção – Simão Pedro é sempre o primeiro dentre os Doze Apóstolos originais: de discípulo de Jesus de Nazaré a futuro missionário de primeira grandeza, ele será o fundador da Igreja Católica Apostólica Romana.
O que mais surpreende é estarmos diante de uma personalidade vibrante – e cheia de contrastes.
Com um temperamento fulgurante e impulsivo, Simão Pedro era bastante falante. Ele liderava o grupo que seguia Jesus de Nazaré – e tinha um entusiasmo genuíno por aquele que seria seu Mestre. Por vezes, em sua simplicidade, Simão Pedro falava demais. Em outras ocasiões, aquele simples pescador da Província da Galiléia se revelava um amigo impaciente e cheio de caprichos – como nos momentos em que censurava e tentava corrigir o próprio Jesus de Nazaré.
Simão Pedro é proprietário de uma psicologia sedutora – que, por mais que procuremos compreendê-la, sempre termina por escapar à nossa percepção. Chegamos mesmo a nos perguntar: “ O que terá Jesus de Nazaré pressentido naquele homem, a ponto de confiar-lhe o primado entre os seus Doze Apóstolos ? ”
Na realidade, algumas das suas atitudes foram desconcertantes.
Certa vez, ele prometeu ao seu Mestre que nunca o abandonaria – nem o negaria. E acabou negando-o, logo em seguida, quando se viu sob ameaça de delação pública. Mas arrependeu-se profundamente, e chorou amargamente.
E Jesus de Nazaré não apenas o perdoou – como também não deixou de confirmá-lo como futuro chefe de sua Igreja. Esta passagem se deu anteriormente, por meio de um solene diálogo entre o apóstolo Simão Pedro e seu Mestre, em uma região situada ao norte da Terra Santa. Naquela ocasião, dissera-lhe Jesus de Nazaré: “ Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e jamais as portas do Inferno prevalecerão contra ela. Dar-te-ei em verdade as chaves do Reino dos Céus. Sendo assim, o que ligares sobre a Terra será ligado nos Céus, mas o que desligares na Terra será desligado nos Céus. ”
Simão Pedro será, então, o rochedo – a pedra-forte sobre a qual será edificada uma nova Igreja, representando uma nova fé chamada Cristianismo ( que, tal qual uma rocha sólida e inabalável, será capaz de resistir a todo o tipo de intempéries e tempestades ).
O que podemos pensar disso tudo ?
Na evolução dos principais episódios ocorridos na vida terrena do homem Simão Pedro – aqui retratados –travaremos conhecimento com a revelação da imensa grandeza deste ser humano.
Talvez, em alguma medida, sejamos capazes de nos reconhecer neste personagem – pois Simão Pedro era profunda e limitadamente humano. Ele era muito parecido com cada um de nós.
Proprietário de um coração imenso, naquele simples pescador da Província da Galiléia tudo seria reluzente: seu amor incondicional e suas oscilantes demonstrações de lealdade, suas esperanças e seus conflitos internos, seus arrebatamentos externos e – por que não ? – as visíveis demonstrações de suas ingênuas torpezas e vilanias em momentos de grande solicitação e provação espiritual.
A seu favor, podemos afirmar que as profundas e fundadas limitações daquele que seria futuramente denominado Príncipe dos Apóstolos contrastaram sempre com a elevação de seus humanos e limitados ideais. As vicissitudes ocorridas na vida do homem Simão Pedro representavam aquelas mesmas do ser humano que sente o apelo do ideal – mas que, ainda assim, paga um pesado tributo por suas fraquezas pessoais ( ainda não completamente dominadas ).
Podemos, então, concluir que a estatura dos seres humanos é adquirida e mensurada pela percepção e admissão de suas próprias fraquezas individuais e coletivas ? E que, para a maior valorização e reconhecimento de nossas atitudes, torna-se necessário prostrar-nos e chorarmos por causa dessas mesmas debilidades ?
Em outras palavras, talvez possamos afirmar que nossas vidas não devam ser medidas e infalivelmente determinadas pelos inúmeros e variados momentos em que fraquejamos ou oscilamos em nossas certezas. A verdade – onde reside a simplicidade de nossos atos – é bastante reveladora: são as nossas opções pessoais ( e preferenciais acima de tudo ) que fundamentam o grau de nossa estatura individual e de nossa coletiva elevação espiritual sob a condição terrena de seres humanos.
Depois da Negação, vem sempre a Confirmação. Isso é uma lei natural da Vida.
Neste sentido, bem podemos apoiar-nos na figura do barulhento e vigoroso líder do grupo original dos Doze Apóstolos de Jesus de Nazaré – pois estamos diante de um modelo não demasiado perfeito ( no qual poderemos nos espelhar com tranqüilidade ).
Em algum grau, nos identificamos com aquele simples pescador da Província da Galiléia. Em última instância, poderemos confirmar que os momentos-chave que se fizeram presentes na vida do homem chamado Simão Pedro, bem retratam o itinerário espiritual que um grande número de seres humanos devem necessariamente – e, por muitas vezes, em direção contrária a seus planos e passos iniciais – percorrer e completar.
Eis aqui, portanto, o Caminho de Iniciação que teve que ser cumprido pelo Príncipe dos Apóstolos.
Ou, em outras palavras ... DEIXAR O TEXTO CRIAR VIDA, POR SI SÓ ... DEIXÁ-LO FLUIR ...
Provavelmente, com algumas PEQUENAS MODIFICAÇÕES - em ESTILO, mas não em ESSÊNCIA - este será o PRÓLOGO ( ou INTRODUÇÃO ) do LIVRO SOBRE SIMÃO PEDRO ...
[ Prólogo ]
Não tenho a pretensão de escrever uma biografia de São Pedro. Desejei, apenas, descrever alguns momentos fundamentais ocorridos na vida de um homem chamado Simão Pedro.
Ele era um simples pescador de uma antiga região – a Província da Galiléia – ocupada pelo Império Romano e localizada nos confins do Mar Mediterrâneo ( em pleno Oriente Médio ).
Para todos aqueles que lêem ou estudam os Quatro Evangelhos canônicos da Bíblia – os de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João – a figura desse personagem atrai a atenção e constantemente se sobressai, destacando-se dentre as demais. É fato verdadeiro que em todos os Quatro Evangelhos – sem exceção – Simão Pedro é sempre o primeiro dentre os Doze Apóstolos originais: de discípulo de Jesus de Nazaré a futuro missionário de primeira grandeza, ele será o fundador da Igreja Católica Apostólica Romana.
O que mais surpreende é estarmos diante de uma personalidade vibrante – e cheia de contrastes.
Com um temperamento fulgurante e impulsivo, Simão Pedro era bastante falante. Ele liderava o grupo que seguia Jesus de Nazaré – e tinha um entusiasmo genuíno por aquele que seria seu Mestre. Por vezes, em sua simplicidade, Simão Pedro falava demais. Em outras ocasiões, aquele simples pescador da Província da Galiléia se revelava um amigo impaciente e cheio de caprichos – como nos momentos em que censurava e tentava corrigir o próprio Jesus de Nazaré.
Simão Pedro é proprietário de uma psicologia sedutora – que, por mais que procuremos compreendê-la, sempre termina por escapar à nossa percepção. Chegamos mesmo a nos perguntar: “ O que terá Jesus de Nazaré pressentido naquele homem, a ponto de confiar-lhe o primado entre os seus Doze Apóstolos ? ”
Na realidade, algumas das suas atitudes foram desconcertantes.
Certa vez, ele prometeu ao seu Mestre que nunca o abandonaria – nem o negaria. E acabou negando-o, logo em seguida, quando se viu sob ameaça de delação pública. Mas arrependeu-se profundamente, e chorou amargamente.
E Jesus de Nazaré não apenas o perdoou – como também não deixou de confirmá-lo como futuro chefe de sua Igreja. Esta passagem se deu anteriormente, por meio de um solene diálogo entre o apóstolo Simão Pedro e seu Mestre, em uma região situada ao norte da Terra Santa. Naquela ocasião, dissera-lhe Jesus de Nazaré: “ Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e jamais as portas do Inferno prevalecerão contra ela. Dar-te-ei em verdade as chaves do Reino dos Céus. Sendo assim, o que ligares sobre a Terra será ligado nos Céus, mas o que desligares na Terra será desligado nos Céus. ”
Simão Pedro será, então, o rochedo – a pedra-forte sobre a qual será edificada uma nova Igreja, representando uma nova fé chamada Cristianismo ( que, tal qual uma rocha sólida e inabalável, será capaz de resistir a todo o tipo de intempéries e tempestades ).
O que podemos pensar disso tudo ?
Na evolução dos principais episódios ocorridos na vida terrena do homem Simão Pedro – aqui retratados –travaremos conhecimento com a revelação da imensa grandeza deste ser humano.
Talvez, em alguma medida, sejamos capazes de nos reconhecer neste personagem – pois Simão Pedro era profunda e limitadamente humano. Ele era muito parecido com cada um de nós.
Proprietário de um coração imenso, naquele simples pescador da Província da Galiléia tudo seria reluzente: seu amor incondicional e suas oscilantes demonstrações de lealdade, suas esperanças e seus conflitos internos, seus arrebatamentos externos e – por que não ? – as visíveis demonstrações de suas ingênuas torpezas e vilanias em momentos de grande solicitação e provação espiritual.
A seu favor, podemos afirmar que as profundas e fundadas limitações daquele que seria futuramente denominado Príncipe dos Apóstolos contrastaram sempre com a elevação de seus humanos e limitados ideais. As vicissitudes ocorridas na vida do homem Simão Pedro representavam aquelas mesmas do ser humano que sente o apelo do ideal – mas que, ainda assim, paga um pesado tributo por suas fraquezas pessoais ( ainda não completamente dominadas ).
Podemos, então, concluir que a estatura dos seres humanos é adquirida e mensurada pela percepção e admissão de suas próprias fraquezas individuais e coletivas ? E que, para a maior valorização e reconhecimento de nossas atitudes, torna-se necessário prostrar-nos e chorarmos por causa dessas mesmas debilidades ?
Em outras palavras, talvez possamos afirmar que nossas vidas não devam ser medidas e infalivelmente determinadas pelos inúmeros e variados momentos em que fraquejamos ou oscilamos em nossas certezas. A verdade – onde reside a simplicidade de nossos atos – é bastante reveladora: são as nossas opções pessoais ( e preferenciais acima de tudo ) que fundamentam o grau de nossa estatura individual e de nossa coletiva elevação espiritual sob a condição terrena de seres humanos.
Depois da Negação, vem sempre a Confirmação. Isso é uma lei natural da Vida.
Neste sentido, bem podemos apoiar-nos na figura do barulhento e vigoroso líder do grupo original dos Doze Apóstolos de Jesus de Nazaré – pois estamos diante de um modelo não demasiado perfeito ( no qual poderemos nos espelhar com tranqüilidade ).
Em algum grau, nos identificamos com aquele simples pescador da Província da Galiléia. Em última instância, poderemos confirmar que os momentos-chave que se fizeram presentes na vida do homem chamado Simão Pedro, bem retratam o itinerário espiritual que um grande número de seres humanos devem necessariamente – e, por muitas vezes, em direção contrária a seus planos e passos iniciais – percorrer e completar.
Eis aqui, portanto, o Caminho de Iniciação que teve que ser cumprido pelo Príncipe dos Apóstolos.
Terça-feira, Abril 13, 2004
Em minha opinião, existe um PONTO de INFLEXÃO na vida e no CRESCIMENTO ESPIRITUAL de SIMÃO PEDRO ... sem esquecer também que existirão OUTROS exemplos semelhantes [ em termos de DESENVOLVIMENTO de CONSCIÊNCIA ] na experiência de vida deste simples PESCADOR da TERRA DA GALILÉIA ...
E saiu JESUS DE NAZARÉ, acompanhado de seus DOZE APÓSTOLOS, para as aldeias mais próximas.
E, no caminho, o MESTRE interrogou aos seus DISCÍPULOS, indagando-lhes desta maneira: “ Quem dizem os homens que eu sou ? ”
Responderam-lhe, então, os DISCÍPULOS: “ Uns dizem que é João Batista, outros afirmam que é o Profeta Elias, e outros mais ainda dizem que é algum dos outros profetas do Antigo Testamento. ”
Então, lhes perguntou o FILHO DE DEUS: “ Mas vós, quem dizeis que eu sou ? ”
Respondendo, SIMÃO PEDRO lhe disse: “ Tu és o Cristo ! ”
Então JESUS DE NAZARÉ, respondendo, disse-lhe: “ Bem-aventurado és tu, SIMÃO, porque isso não te foi revelado pela carne e pelo sangue, mas por meu Pai, que está nos Céus. Pois também te digo que tu és PEDRO, e sobre esta pedra edificarei a minha IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão jamais contra ela. Em verdade, te darei as CHAVES DO REINO DOS CÉUS; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus. ”
PEDRO é associado a PEDRA ...
PEDRO recebe as CHAVES DO REINO DOS CÉUS ...
PEDRO recebe de seu MESTRE a missão de CONSTRUIR UMA IGREJA ... mas NÃO uma IGREJA QUALQUER ... e SIM uma IGREJA RESISTENTE ATÉ MESMO ÀS PORTAS DO INFERNO ...
Não teria, JESUS DE NAZARÉ, dado MISSÕES e RESPONSABILIDADES demais para um simples PESCADOR da TERRA DA GALILÉIA ???
???!!!
E saiu JESUS DE NAZARÉ, acompanhado de seus DOZE APÓSTOLOS, para as aldeias mais próximas.
E, no caminho, o MESTRE interrogou aos seus DISCÍPULOS, indagando-lhes desta maneira: “ Quem dizem os homens que eu sou ? ”
Responderam-lhe, então, os DISCÍPULOS: “ Uns dizem que é João Batista, outros afirmam que é o Profeta Elias, e outros mais ainda dizem que é algum dos outros profetas do Antigo Testamento. ”
Então, lhes perguntou o FILHO DE DEUS: “ Mas vós, quem dizeis que eu sou ? ”
Respondendo, SIMÃO PEDRO lhe disse: “ Tu és o Cristo ! ”
Então JESUS DE NAZARÉ, respondendo, disse-lhe: “ Bem-aventurado és tu, SIMÃO, porque isso não te foi revelado pela carne e pelo sangue, mas por meu Pai, que está nos Céus. Pois também te digo que tu és PEDRO, e sobre esta pedra edificarei a minha IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão jamais contra ela. Em verdade, te darei as CHAVES DO REINO DOS CÉUS; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus. ”
PEDRO é associado a PEDRA ...
PEDRO recebe as CHAVES DO REINO DOS CÉUS ...
PEDRO recebe de seu MESTRE a missão de CONSTRUIR UMA IGREJA ... mas NÃO uma IGREJA QUALQUER ... e SIM uma IGREJA RESISTENTE ATÉ MESMO ÀS PORTAS DO INFERNO ...
Não teria, JESUS DE NAZARÉ, dado MISSÕES e RESPONSABILIDADES demais para um simples PESCADOR da TERRA DA GALILÉIA ???
???!!!
Segunda-feira, Abril 12, 2004
Passada a SEMANA SANTA do ANO de 2004 d.C. ...
... e COMPILADO um MATERIAL INICIAL ( ainda bastante introdutório ) ... chego à conclusão que o MEU TEXTO PESSOAL ( ainda por escrever ) deverá ser - e será - bastante DIFERENCIADO do que está escrito nos EVANGELHOS ... APENAS com a seguinte RESSALVA ... DIFERENTE EM ESTILO ... JAMAIS EM ESSÊNCIA ( pois, neste caso, as fontes existem para serem consagradas e glorificadas como obra de uma INTELIGÊNCIA SUPERIOR ) ...
... e COMPILADO um MATERIAL INICIAL ( ainda bastante introdutório ) ... chego à conclusão que o MEU TEXTO PESSOAL ( ainda por escrever ) deverá ser - e será - bastante DIFERENCIADO do que está escrito nos EVANGELHOS ... APENAS com a seguinte RESSALVA ... DIFERENTE EM ESTILO ... JAMAIS EM ESSÊNCIA ( pois, neste caso, as fontes existem para serem consagradas e glorificadas como obra de uma INTELIGÊNCIA SUPERIOR ) ...
Domingo, Abril 11, 2004
Na verdade, passado o dia sagrado deles, algumas das mulheres que haviam acompanhado a Jesus de Nazaré – e que lhe haviam assistido com tudo o que fora necessário, desde quando ele estivera pregando na terra da Galiléia – saíram e compraram óleos e aromas, pois pretendiam ungir e embalsamar o corpo dele.
Dessa maneira, bem cedo, logo ao levantar do sol do primeiro dia daquela semana que se tornaria inesquecível, seguiram elas em direção ao sepulcro onde o corpo dele fora depositado.
E, entrando no sepulcro do Filho de Deus, as mulheres viram, em seu interior, um jovem rapaz, que estava vestido com um alvo manto – e ele estava sentado à parte direita daquela sagrada sepultura, como se ali estivesse somente para esperá-las, de antemão.
E aquelas mulheres, diante de tal visão perturbadora, ficaram muito atemorizadas.
O tal moço, porém, com a luz do dia refletindo em suas roupas brancas, lhes disse: “ Não tenhais pavor e nem vos atemorizeis ! Buscais a Jesus de Nazaré, aquele que foi crucificado fora dos muros da cidade de Jerusalém ? Ele ressurgiu do mundo dos mortos; já não está mais aqui. Eis o lugar onde o puseram ! Mas, ide. Dizei aos discípulos dele – e ao apóstolo Pedro em especial – que ele vai adiante de vós, para esperar-vos na terra da Galiléia. Lá, o vereis com os seus próprios olhos, como ele bem vos disse que aconteceria ! ”
E logo depois, saindo as tais mulheres dali, bastante sobressaltadas, fugiram elas rapidamente do sepulcro do Filho de Deus. Possuídas, pois, de certo medo e de grande assombro, elas decidiram não dizer nada a ninguém – e, de comum acordo, as mulheres se calaram ( porque temiam ).
Ora, havendo Jesus de Nazaré ressurgido do mundo dos mortos, de manhã bem cedo, naquele primeiro dia da semana, foi ele aparecer primeiramente à mulher de nome Maria Madalena – da qual, anteriormente, ele havia expulsado sete demônios.
Foi ela anunciá-lo, pois, àqueles que haviam andado com ele – os quais estavam entristecidos e muito aflitos e bastante chorosos.
Mas os tais discípulos dele, ouvindo dizer pela boca dela que o Mestre deles estava vivo ( e que tinha sido visto por ela ), não creram nas palavras de Maria Madalena.
E depois disso, manifestou-se ainda Jesus de Nazaré, sob uma outra forma, a dois de seus seguidores ( que estavam no campo, caminhando em direção a uma aldeia ).
E estes, rapidamente, foram anunciá-lo aos outros discípulos dele.
Mas, nem mesmo a estes dois seguidores dele, os apóstolos deram crédito ( e muito menos ao que eles diziam que lhes havia ocorrido ).
Por último, então, o Filho de Deus se mostraria, finalmente, aos onze apóstolos que ainda restavam – no momento mesmo em que estavam eles reclinados à mesa. E, ato contínuo, lançou-lhes no rosto a sua incredulidade e dureza de coração ( por não haverem dado crédito aos que o tinham visto anteriormente, e antes mesmo deles próprios, já ressurgido do mundo dos mortos ).
E, depois de todos esses eventos, lhes ordenou o Filho de Deus: “ Ide pois, por todos os cantos do mundo, e pregai este Evangelho, que vos anunciei, a toda a criatura humana. Quem nele crer e for batizado, será salvo; mas quem nele não crer, este será condenado. E, em meu nome, alguns sinais acompanharão aos que nele crerem – ‘ expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; se beberem alguma coisa que seja mortífera, esta não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados ! ’ ”
Ora, na realidade, o Filho de Deus – depois de assim haver se dirigido, àqueles que o escutaram – ascendeu aos céus ( sob a vista de inúmeras testemunhas ) e lá foi bem recebido, e lá assentou-se à mão direita de Deus-Pai.
E então os seguidores dele, tendo pois partido dali, começaram a pregar e a dar testemunho, em toda a parte do mundo.
E com eles cooperava o Espírito Santo – confirmando, com os sinais e com os milagres que as acompanhavam, as palavras e a pregação deles.
Este é, pois, o final do Evangelho de Jesus Cristo, aquele que foi chamado de “ o Filho de Deus. ”
Dessa maneira, bem cedo, logo ao levantar do sol do primeiro dia daquela semana que se tornaria inesquecível, seguiram elas em direção ao sepulcro onde o corpo dele fora depositado.
E, entrando no sepulcro do Filho de Deus, as mulheres viram, em seu interior, um jovem rapaz, que estava vestido com um alvo manto – e ele estava sentado à parte direita daquela sagrada sepultura, como se ali estivesse somente para esperá-las, de antemão.
E aquelas mulheres, diante de tal visão perturbadora, ficaram muito atemorizadas.
O tal moço, porém, com a luz do dia refletindo em suas roupas brancas, lhes disse: “ Não tenhais pavor e nem vos atemorizeis ! Buscais a Jesus de Nazaré, aquele que foi crucificado fora dos muros da cidade de Jerusalém ? Ele ressurgiu do mundo dos mortos; já não está mais aqui. Eis o lugar onde o puseram ! Mas, ide. Dizei aos discípulos dele – e ao apóstolo Pedro em especial – que ele vai adiante de vós, para esperar-vos na terra da Galiléia. Lá, o vereis com os seus próprios olhos, como ele bem vos disse que aconteceria ! ”
E logo depois, saindo as tais mulheres dali, bastante sobressaltadas, fugiram elas rapidamente do sepulcro do Filho de Deus. Possuídas, pois, de certo medo e de grande assombro, elas decidiram não dizer nada a ninguém – e, de comum acordo, as mulheres se calaram ( porque temiam ).
Ora, havendo Jesus de Nazaré ressurgido do mundo dos mortos, de manhã bem cedo, naquele primeiro dia da semana, foi ele aparecer primeiramente à mulher de nome Maria Madalena – da qual, anteriormente, ele havia expulsado sete demônios.
Foi ela anunciá-lo, pois, àqueles que haviam andado com ele – os quais estavam entristecidos e muito aflitos e bastante chorosos.
Mas os tais discípulos dele, ouvindo dizer pela boca dela que o Mestre deles estava vivo ( e que tinha sido visto por ela ), não creram nas palavras de Maria Madalena.
E depois disso, manifestou-se ainda Jesus de Nazaré, sob uma outra forma, a dois de seus seguidores ( que estavam no campo, caminhando em direção a uma aldeia ).
E estes, rapidamente, foram anunciá-lo aos outros discípulos dele.
Mas, nem mesmo a estes dois seguidores dele, os apóstolos deram crédito ( e muito menos ao que eles diziam que lhes havia ocorrido ).
Por último, então, o Filho de Deus se mostraria, finalmente, aos onze apóstolos que ainda restavam – no momento mesmo em que estavam eles reclinados à mesa. E, ato contínuo, lançou-lhes no rosto a sua incredulidade e dureza de coração ( por não haverem dado crédito aos que o tinham visto anteriormente, e antes mesmo deles próprios, já ressurgido do mundo dos mortos ).
E, depois de todos esses eventos, lhes ordenou o Filho de Deus: “ Ide pois, por todos os cantos do mundo, e pregai este Evangelho, que vos anunciei, a toda a criatura humana. Quem nele crer e for batizado, será salvo; mas quem nele não crer, este será condenado. E, em meu nome, alguns sinais acompanharão aos que nele crerem – ‘ expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; se beberem alguma coisa que seja mortífera, esta não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados ! ’ ”
Ora, na realidade, o Filho de Deus – depois de assim haver se dirigido, àqueles que o escutaram – ascendeu aos céus ( sob a vista de inúmeras testemunhas ) e lá foi bem recebido, e lá assentou-se à mão direita de Deus-Pai.
E então os seguidores dele, tendo pois partido dali, começaram a pregar e a dar testemunho, em toda a parte do mundo.
E com eles cooperava o Espírito Santo – confirmando, com os sinais e com os milagres que as acompanhavam, as palavras e a pregação deles.
Este é, pois, o final do Evangelho de Jesus Cristo, aquele que foi chamado de “ o Filho de Deus. ”
Levaram, pois, a Jesus de Nazaré, depois de muito o fustigarem e castigarem bastante com o uso de chicotes, para fora dos muros que circundavam e protegiam a cidade de Jerusalém – para um lugar chamado Gólgota ( também conhecido como o lugar da caveira, por ser o local ao qual eram destinados aqueles que eram condenados ao suplício na cruz ).
E era a terceira hora do dia, quando, por fim, seus algozes o crucificaram.
E, juntamente com o Filho do Homem, crucificaram também a dois salteadores – um deles foi colocado à sua direita e o outro foi posicionado à sua esquerda.
Cumpria-se, dessa maneira, a Sagrada Escritura, que dizia: “ E com os maus e os malfeitores ele foi contado. ”
Como Jesus de Nazaré, em um dado momento de seu suplício, padecendo como estava, no alto da cruz, teve sede, seus carrascos ofereceram-lhe vinho ( misturado com mirra ) para beber – mas ele não o tomou.
E, para humilharem ainda mais aquele homem, que estava já sendo tão castigado e tão maltratado por eles, escreveram em uma tabuleta – que foi afixada no alto da cruz, por sobre a cabeça dele – o título da acusação que lhe faziam, para que todos os que ali estavam presentes e os que por desventura ali passassem naquele momento, o pudessem ver e ler, claramente: ‘ Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus. ’
De igual modo, blasfemavam, também para fustigá-lo e desprezá–lo mais ainda, os principais dentre os sacerdotes da cidade de Jerusalém ( com os escribas deles ) – e fazendo escárnio e zombando do Filho do Homem, diziam entre si: “ A outros ele salvou, mas a si mesmo ele não pode salvar ! Desça agora da cruz, ó Cristo, ó Rei de Israel ! Para que vejamos com os nossos próprios olhos e creiamos em ti, e para que também creiamos em suas palavras e em seus ensinamentos ! ”
E, chegada a sexta hora do dia, se cobriu de trevas toda aquela terra da Judéia.
E assim foi, até a nona hora do dia, quando, em alta voz, bradou o Filho de Deus: “ Meu Pai, meu Pai ! Por que me desamparaste ? ”
E, logo em seguida, dando um grande grito, o Filho do Homem expirou.
Terminava, ali, no lugar da caveira, um longo calvário.
Jesus de Nazaré permanecera, por seis longas horas, completas, sem nenhum tipo de descanso, pregado com os braços estendidos, em uma cruz de madeira. Do alto da mesma, no decorrer daquele espaço de tempo, ele dissera, exatamente, sete frases e/ou palavras.
Agora, o Filho do Homem poderia repousar.
Naquele exato momento, não muito longe daquele lugar chamado de Gólgota, o véu que cobria o santuário central do Templo de Jerusalém se rasgou sozinho, de alto a baixo, em duas partes.
Ora, um centurião romano, que se encontrava ao pé da cruz, defronte de Jesus de Nazaré, no momento em que o mesmo expirava, vendo os eventos que ocorriam ao seu redor, disse, assustado: “ Verdadeiramente, este homem era Filho de Deus ! ”
E era a terceira hora do dia, quando, por fim, seus algozes o crucificaram.
E, juntamente com o Filho do Homem, crucificaram também a dois salteadores – um deles foi colocado à sua direita e o outro foi posicionado à sua esquerda.
Cumpria-se, dessa maneira, a Sagrada Escritura, que dizia: “ E com os maus e os malfeitores ele foi contado. ”
Como Jesus de Nazaré, em um dado momento de seu suplício, padecendo como estava, no alto da cruz, teve sede, seus carrascos ofereceram-lhe vinho ( misturado com mirra ) para beber – mas ele não o tomou.
E, para humilharem ainda mais aquele homem, que estava já sendo tão castigado e tão maltratado por eles, escreveram em uma tabuleta – que foi afixada no alto da cruz, por sobre a cabeça dele – o título da acusação que lhe faziam, para que todos os que ali estavam presentes e os que por desventura ali passassem naquele momento, o pudessem ver e ler, claramente: ‘ Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus. ’
De igual modo, blasfemavam, também para fustigá-lo e desprezá–lo mais ainda, os principais dentre os sacerdotes da cidade de Jerusalém ( com os escribas deles ) – e fazendo escárnio e zombando do Filho do Homem, diziam entre si: “ A outros ele salvou, mas a si mesmo ele não pode salvar ! Desça agora da cruz, ó Cristo, ó Rei de Israel ! Para que vejamos com os nossos próprios olhos e creiamos em ti, e para que também creiamos em suas palavras e em seus ensinamentos ! ”
E, chegada a sexta hora do dia, se cobriu de trevas toda aquela terra da Judéia.
E assim foi, até a nona hora do dia, quando, em alta voz, bradou o Filho de Deus: “ Meu Pai, meu Pai ! Por que me desamparaste ? ”
E, logo em seguida, dando um grande grito, o Filho do Homem expirou.
Terminava, ali, no lugar da caveira, um longo calvário.
Jesus de Nazaré permanecera, por seis longas horas, completas, sem nenhum tipo de descanso, pregado com os braços estendidos, em uma cruz de madeira. Do alto da mesma, no decorrer daquele espaço de tempo, ele dissera, exatamente, sete frases e/ou palavras.
Agora, o Filho do Homem poderia repousar.
Naquele exato momento, não muito longe daquele lugar chamado de Gólgota, o véu que cobria o santuário central do Templo de Jerusalém se rasgou sozinho, de alto a baixo, em duas partes.
Ora, um centurião romano, que se encontrava ao pé da cruz, defronte de Jesus de Nazaré, no momento em que o mesmo expirava, vendo os eventos que ocorriam ao seu redor, disse, assustado: “ Verdadeiramente, este homem era Filho de Deus ! ”
Logo de manhã, tiveram por conselho os anciãos e os principais sacerdotes ( e os escribas deles ) da cidade de Jerusalém – e, logo a seguir, todas aquelas autoridades religiosas conseguiram obter a promoção de uma reunião com as demais autoridades não-religiosas daquela cidade. Reuniram-se, pois, na forma de um tribunal consultivo e deliberativo, mas com poderes somente para julgar questões que envolviam caráter criminal e/ou administrativo.
Encontraram-se, então, em um impasse.
Por conseguinte, ainda sem saber direito o que fazer com esse Jesus de Nazaré, depois de muito o humilharem e maltratarem, eles o manietaram e o levaram, assim, com as mãos amarradas e subjugado por eles, à presença de Pôncio Pilatos ( o procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia ).
Ora, Pôncio Pilatos, ao ver tal prisioneiro, amarrado e subjugado por todas aquelas autoridades religiosas, à sua frente, e consciente de que o mesmo estava sendo entregue aos seus cuidados, lhe perguntou diretamente: “ És tu o rei dos judeus ? ”
Respondeu-lhe, então, o Filho do Homem: “ É como tu o dissestes ! ”
E, naquele mesmo momento, os principais dentre os sacerdotes da cidade de Jerusalém passaram a acusar a Jesus de Nazaré de muitas outras coisas.
Tornou, então, o tal procurador romano a interrogá-lo, mais uma vez, dizendo-lhe: “ Não respondes nada e nem mesmo dizes coisa alguma ? Vê quantas acusações te fazem e de quantos crimes te acusam ! ”
Mas o Filho do Homem nada mais respondeu, e nem mesmo falou mais palavra alguma – de maneira que Pôncio Pilatos se admirava dessa sua atitude.
Ora, por ocasião da Festa da Páscoa, que se realizava todos os anos, naquele período, na cidade de Jerusalém, costumava o procurador romano soltar-lhes um dos que estavam ali aprisionados – então, qualquer um dos presos ( o que o povo pedisse ) seria libertado, se assim a multidão o desejasse.
E havia um dentre eles, chamado Barrabás, que se encontrava encarcerado com outros sediciosos ( os quais, em um dado motim contra a dominação imposta por Roma, muito mais do que apenas agitarem e perturbarem a ordem pública, haviam cometido um homicídio ).
E a multidão se reuniu – e, concorrendo muitos deles ao local onde se encontrava Jesus de Nazaré, começaram a pedir, ao procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia, que lhes concedesse o já costumeiro ato de clemência do poder público para com um dos condenados deles.
Ao que Pôncio Pilatos lhes respondeu: “ Quereis que eu vos solte o rei dos judeus ? ” Porque ele sabia que, por inveja, as principais autoridades religiosas da cidade de Jerusalém lho haviam entregado a Jesus de Nazaré – para que o mesmo fosse condenado e executado.
Mas os principais dentre os sacerdotes deles incitaram a multidão a pedir que lhes soltasse, antes de tudo, ao prisioneiro Barrabás.
E Pôncio Pilatos, tornando a falar, perguntou-lhes: “ Que farei eu, então, daquele a quem chamais de rei dos judeus ? ”
E tornaram eles a clamar, em resposta ao procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia: “ Crucifica-o ! ”
Disse-lhes, então, Pôncio Pilatos: “ Mas que mal fez esse homem ? ”
Ao que eles, da multidão, continuando novamente a serem incitados pelos principais sacerdotes da cidade de Jerusalém, gritaram ainda mais: “ Crucifica-o ! ”
Ora, o procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes antes de tudo a Barrabás ( como era a vontade declarada deles ).
E o Filho do Homem, após ter sido açoitado mais uma vez, por ordens expressas de Pôncio Pilatos, foi entregue pelo mesmo ao povo ( para que o crucificassem, como era a vontade declarada deles ).
Encontraram-se, então, em um impasse.
Por conseguinte, ainda sem saber direito o que fazer com esse Jesus de Nazaré, depois de muito o humilharem e maltratarem, eles o manietaram e o levaram, assim, com as mãos amarradas e subjugado por eles, à presença de Pôncio Pilatos ( o procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia ).
Ora, Pôncio Pilatos, ao ver tal prisioneiro, amarrado e subjugado por todas aquelas autoridades religiosas, à sua frente, e consciente de que o mesmo estava sendo entregue aos seus cuidados, lhe perguntou diretamente: “ És tu o rei dos judeus ? ”
Respondeu-lhe, então, o Filho do Homem: “ É como tu o dissestes ! ”
E, naquele mesmo momento, os principais dentre os sacerdotes da cidade de Jerusalém passaram a acusar a Jesus de Nazaré de muitas outras coisas.
Tornou, então, o tal procurador romano a interrogá-lo, mais uma vez, dizendo-lhe: “ Não respondes nada e nem mesmo dizes coisa alguma ? Vê quantas acusações te fazem e de quantos crimes te acusam ! ”
Mas o Filho do Homem nada mais respondeu, e nem mesmo falou mais palavra alguma – de maneira que Pôncio Pilatos se admirava dessa sua atitude.
Ora, por ocasião da Festa da Páscoa, que se realizava todos os anos, naquele período, na cidade de Jerusalém, costumava o procurador romano soltar-lhes um dos que estavam ali aprisionados – então, qualquer um dos presos ( o que o povo pedisse ) seria libertado, se assim a multidão o desejasse.
E havia um dentre eles, chamado Barrabás, que se encontrava encarcerado com outros sediciosos ( os quais, em um dado motim contra a dominação imposta por Roma, muito mais do que apenas agitarem e perturbarem a ordem pública, haviam cometido um homicídio ).
E a multidão se reuniu – e, concorrendo muitos deles ao local onde se encontrava Jesus de Nazaré, começaram a pedir, ao procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia, que lhes concedesse o já costumeiro ato de clemência do poder público para com um dos condenados deles.
Ao que Pôncio Pilatos lhes respondeu: “ Quereis que eu vos solte o rei dos judeus ? ” Porque ele sabia que, por inveja, as principais autoridades religiosas da cidade de Jerusalém lho haviam entregado a Jesus de Nazaré – para que o mesmo fosse condenado e executado.
Mas os principais dentre os sacerdotes deles incitaram a multidão a pedir que lhes soltasse, antes de tudo, ao prisioneiro Barrabás.
E Pôncio Pilatos, tornando a falar, perguntou-lhes: “ Que farei eu, então, daquele a quem chamais de rei dos judeus ? ”
E tornaram eles a clamar, em resposta ao procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia: “ Crucifica-o ! ”
Disse-lhes, então, Pôncio Pilatos: “ Mas que mal fez esse homem ? ”
Ao que eles, da multidão, continuando novamente a serem incitados pelos principais sacerdotes da cidade de Jerusalém, gritaram ainda mais: “ Crucifica-o ! ”
Ora, o procurador romano responsável pela aplicação da lei de César na região da Judéia, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes antes de tudo a Barrabás ( como era a vontade declarada deles ).
E o Filho do Homem, após ter sido açoitado mais uma vez, por ordens expressas de Pôncio Pilatos, foi entregue pelo mesmo ao povo ( para que o crucificassem, como era a vontade declarada deles ).
Levaram, então, ao Filho do Homem, ainda naquela mesma noite, à presença do Sumo Sacerdote da cidade de Jerusalém.
E ajuntaram-se, pois, todos os anciãos e todos os principais sacerdotes ( e todos os escribas deles ) daquela cidade, no interior da casa do Sumo Sacerdote. E, alguns dentre eles, aproveitando a ocasião, começaram a cuspir naquele prisioneiro – e a cobrir-lhe o rosto, e a dar-lhe socos, dizendo-lhe: “ Profetiza ! ”
E os guardas que lá se encontravam, seguindo o exemplo das autoridades, recebiam ao Filho do Homem a bofetadas.
Entretanto, nesse meio tempo, o apóstolo Pedro o seguira de longe, até o interior do pátio da casa do Sumo Sacerdote – e estava ele, ali e agora, assentado com os guardas e aquentando-se ao fogo.
Ele queria acompanhar, de perto, o desenrolar dos acontecimentos que envolviam o seu Mestre.
Ora, estando Pedro lá embaixo, ao relento, no pátio interno e descoberto daquela casa de Jerusalém, chegou ao vestíbulo da mesma uma das criadas do Sumo Sacerdote e, vendo ao apóstolo Pedro, que se estava aquentando ao fogo, encarou-o bem e disse-lhe: “ Tu também estavas com o tal Nazareno, esse Jesus ! ”
Mas ele o negou, dizendo: “ Não sei, e nem compreendo o que dizes ! ” E, ato contínuo, o apóstolo Pedro saiu para fora, tomando a direção de onde era a porta de saída do pátio interno da casa do Sumo Sacerdote.
Nesse instante, o galo cantou uma primeira vez.
E a mesma criada do Sumo Sacerdote, observando-o mais detidamente, começou de novo a dizer às pessoas que ali estavam: “ Esse é um deles ! ”
Mas ele o negou, outra vez.
E, pouco tempo depois, aquelas mesmas pessoas que ali estavam, disseram de novo a Pedro: “ Certamente que tu és um deles também; pois percebemos que tu também és da terra da Galiléia ! ”
Mas o apóstolo Pedro, porém, com seu sotaque galileu o denunciando, começou a praguejar e a jurar em público: “ Não conheço esse homem de quem falais ! ”
Nesse instante, o galo cantou uma segunda vez.
E ele lembrou-se da palavra que lhe dissera o Filho de Deus, poucas horas antes: “ Em verdade te digo que hoje ainda, nesta mesma noite, antes que o galo cante duas vezes, por três vezes tu me negarás ! ”
Então, caindo em si, o apóstolo Pedro começou a chorar.
E ajuntaram-se, pois, todos os anciãos e todos os principais sacerdotes ( e todos os escribas deles ) daquela cidade, no interior da casa do Sumo Sacerdote. E, alguns dentre eles, aproveitando a ocasião, começaram a cuspir naquele prisioneiro – e a cobrir-lhe o rosto, e a dar-lhe socos, dizendo-lhe: “ Profetiza ! ”
E os guardas que lá se encontravam, seguindo o exemplo das autoridades, recebiam ao Filho do Homem a bofetadas.
Entretanto, nesse meio tempo, o apóstolo Pedro o seguira de longe, até o interior do pátio da casa do Sumo Sacerdote – e estava ele, ali e agora, assentado com os guardas e aquentando-se ao fogo.
Ele queria acompanhar, de perto, o desenrolar dos acontecimentos que envolviam o seu Mestre.
Ora, estando Pedro lá embaixo, ao relento, no pátio interno e descoberto daquela casa de Jerusalém, chegou ao vestíbulo da mesma uma das criadas do Sumo Sacerdote e, vendo ao apóstolo Pedro, que se estava aquentando ao fogo, encarou-o bem e disse-lhe: “ Tu também estavas com o tal Nazareno, esse Jesus ! ”
Mas ele o negou, dizendo: “ Não sei, e nem compreendo o que dizes ! ” E, ato contínuo, o apóstolo Pedro saiu para fora, tomando a direção de onde era a porta de saída do pátio interno da casa do Sumo Sacerdote.
Nesse instante, o galo cantou uma primeira vez.
E a mesma criada do Sumo Sacerdote, observando-o mais detidamente, começou de novo a dizer às pessoas que ali estavam: “ Esse é um deles ! ”
Mas ele o negou, outra vez.
E, pouco tempo depois, aquelas mesmas pessoas que ali estavam, disseram de novo a Pedro: “ Certamente que tu és um deles também; pois percebemos que tu também és da terra da Galiléia ! ”
Mas o apóstolo Pedro, porém, com seu sotaque galileu o denunciando, começou a praguejar e a jurar em público: “ Não conheço esse homem de quem falais ! ”
Nesse instante, o galo cantou uma segunda vez.
E ele lembrou-se da palavra que lhe dissera o Filho de Deus, poucas horas antes: “ Em verdade te digo que hoje ainda, nesta mesma noite, antes que o galo cante duas vezes, por três vezes tu me negarás ! ”
Então, caindo em si, o apóstolo Pedro começou a chorar.
E logo em seguida, enquanto o Filho de Deus ainda falava, chegou o apóstolo Judas Iscariotes e, juntamente com ele, chegou também uma multidão – vinda da parte dos anciãos e dos principais sacerdotes ( e dos escribas deles ) – com espadas e varapaus.
O Mestre os aguardou e ficou onde estava.
Ora, aquele que agora o traía, anteriormente lhes havia dado um sinal, dizendo à multidão que o acompanhava com espadas e varapaus: “ Aquele que eu beijar, esse é o homem; prendei-o e levai-o com segurança ! ” E assim sendo, logo que chegaram, o apóstolo Judas Iscariotes, aproximando-se de Jesus de Nazaré, disse a seguinte palavra: “ Mestre ! ” E, em seguida, o beijou.
Ao que, de imediato, os da multidão com espadas e varapaus, lhes lançaram as mãos – e o prenderam.
Mas um dos apóstolos, que ali estavam, puxando da espada, feriu a um servo do Sumo Sacerdote da cidade de Jerusalém – e cortou-lhe uma orelha.
Ao que, após repreender o apóstolo que assim o fizera impulsivamente, o Filho de Deus curou o tal servo com o toque de suas mãos somente.
E disse-lhes o Filho do Homem: “ Saístes da cidade com espadas e varapaus para me prender, como se eu fosse um salteador ? Pois todos os dias estava eu convosco no Templo de Jerusalém, a ensinar, e lá não me prendestes ! Mas isto ocorre desta maneira para que se cumpram as Sagradas Escrituras ! ”
Nisso, todos os seus outros discípulos o deixaram sozinho – e fugiram apavorados !
O Mestre os aguardou e ficou onde estava.
Ora, aquele que agora o traía, anteriormente lhes havia dado um sinal, dizendo à multidão que o acompanhava com espadas e varapaus: “ Aquele que eu beijar, esse é o homem; prendei-o e levai-o com segurança ! ” E assim sendo, logo que chegaram, o apóstolo Judas Iscariotes, aproximando-se de Jesus de Nazaré, disse a seguinte palavra: “ Mestre ! ” E, em seguida, o beijou.
Ao que, de imediato, os da multidão com espadas e varapaus, lhes lançaram as mãos – e o prenderam.
Mas um dos apóstolos, que ali estavam, puxando da espada, feriu a um servo do Sumo Sacerdote da cidade de Jerusalém – e cortou-lhe uma orelha.
Ao que, após repreender o apóstolo que assim o fizera impulsivamente, o Filho de Deus curou o tal servo com o toque de suas mãos somente.
E disse-lhes o Filho do Homem: “ Saístes da cidade com espadas e varapaus para me prender, como se eu fosse um salteador ? Pois todos os dias estava eu convosco no Templo de Jerusalém, a ensinar, e lá não me prendestes ! Mas isto ocorre desta maneira para que se cumpram as Sagradas Escrituras ! ”
Nisso, todos os seus outros discípulos o deixaram sozinho – e fugiram apavorados !
E Jesus de Nazaré levou consigo aos três apóstolos mais próximos dele – Pedro, Tiago e João – e começou a ter pavor e a angustiar-se sobremaneira. E ele lhes disse, em seguida, as seguintes palavras: “ A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai ! ”
Ouvindo isso, os discípulos o obedeceram.
Então, adiantando-se um pouco mais, ele prostrou-se em terra. E assim Filho de Deus orava para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora terrível. E ele dizia: “ Pai, bem sei que tudo te é possível; afasta de mim este cálice; todavia não seja o que eu quero, mas sim e somente o que tu queres ! ”
E os discípulos continuavam afastados do local onde ele se encontrava.
Retornando, pois, encontrou Jesus de Nazaré aos três apóstolos – e os mesmos estavam dormindo ! Então, ele dirigiu as seguintes palavras a Pedro: “ Estás a dormir ? Não pudeste vigiar uma hora ? Pois vigiai e orai, para que não entreis em tentação ! O espírito, na verdade, já está pronto, mas a carne é fraca ! ”
E o apóstolo Pedro não sabia o que dizer.
E o Filho de Deus retirou-se de novo e orou – dizendo as mesmas palavras.
Ouvindo isso, os discípulos o obedeceram.
Então, adiantando-se um pouco mais, ele prostrou-se em terra. E assim Filho de Deus orava para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora terrível. E ele dizia: “ Pai, bem sei que tudo te é possível; afasta de mim este cálice; todavia não seja o que eu quero, mas sim e somente o que tu queres ! ”
E os discípulos continuavam afastados do local onde ele se encontrava.
Retornando, pois, encontrou Jesus de Nazaré aos três apóstolos – e os mesmos estavam dormindo ! Então, ele dirigiu as seguintes palavras a Pedro: “ Estás a dormir ? Não pudeste vigiar uma hora ? Pois vigiai e orai, para que não entreis em tentação ! O espírito, na verdade, já está pronto, mas a carne é fraca ! ”
E o apóstolo Pedro não sabia o que dizer.
E o Filho de Deus retirou-se de novo e orou – dizendo as mesmas palavras.
Disse-lhes, um pouco depois, o Mestre: “ A todos vocês, vos digo que esta noite vos escandalizareis de mim; porque escrito está – ‘ ferirei o pastor, e as suas ovelhas se dispersarão ! ’ ”
Houve agitação entre os discípulos.
Ao que o Filho de Deus concluiu: “ Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós, para a terra da Galiléia ! ”
Escutando tais palavras, o apóstolo Pedro lhe disse: “ Ainda que todos os outros se escandalizem, nunca, porém, eu ! ”
Replicou-lhe o Filho de Deus: “ Em verdade te digo que hoje ainda, nesta mesma noite, antes que o galo cante duas vezes, por três vezes tu me negarás ! ”
Mas o apóstolo Pedro repetia, com veemência: “ Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei ! ”
Houve agitação entre os discípulos.
Ao que o Filho de Deus concluiu: “ Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós, para a terra da Galiléia ! ”
Escutando tais palavras, o apóstolo Pedro lhe disse: “ Ainda que todos os outros se escandalizem, nunca, porém, eu ! ”
Replicou-lhe o Filho de Deus: “ Em verdade te digo que hoje ainda, nesta mesma noite, antes que o galo cante duas vezes, por três vezes tu me negarás ! ”
Mas o apóstolo Pedro repetia, com veemência: “ Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei ! ”
Enquanto eles se alimentavam, o Mestre tomou do pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho aos discípulos, dizendo: “ Tomai e comei; isto é o meu corpo. ”
E todos comeram dele.
E, mais uma vez, tomando de um cálice, ele rendeu graças, e deu-lho também aos seus discípulos.
E todos beberam dele.
E lhes disse o Filho de Deus: “ Tomai e bebei; isto é o meu sangue, o sangue do pacto e da nova aliança, que por muitos é derramado. ”
E todos comeram dele.
E, mais uma vez, tomando de um cálice, ele rendeu graças, e deu-lho também aos seus discípulos.
E todos beberam dele.
E lhes disse o Filho de Deus: “ Tomai e bebei; isto é o meu sangue, o sangue do pacto e da nova aliança, que por muitos é derramado. ”
Hoje é DOMINGO DE PÁSCOA e da RESSURREIÇÃO DE JESUS DE NAZARÉ ...
... ( termina aqui a transferência dos trechos selecionados do EVANGELHO SEGUNDO SÃO MARCOS ).
... ( termina aqui a transferência dos trechos selecionados do EVANGELHO SEGUNDO SÃO MARCOS ).